SANTUÁRIO DE YGGDRASIL
Alphamon: Moleque
você tem 10 segundos para explicar o que faz aqui?
Tai: Vim salvar
minha amiga!
Alphamon: Isso não é uma resposta, moleque. Você será preso!
O corpo
de Asuna cai dos braços de Tai quando Alphamon pega o garoto e Agumon pelo
pescoço e os leva em direção da prisão do Santuário, porém Leopardmon convence Alphamon
a dar uma chance à dupla. O guardião acaba liberando Tai e Agumon. Ele pega
Asuna nos braços e segue ao encontro com Yggdrasil.
Taichi
olha para Yggdrasil, sente certo medo por lembrar-se de antigas histórias do
Deus do universo, porém sua vontade de ressuscitar Asuna é tão grande, que ele
acaba indo em frente.
Tai finalmente encontra com Yggdrasil. Cara a cara.
Ele vai direto ao assunto.
Yggdrasil: Qual o motivo de tua vinda?
Tai: Estou aqui
pois quero que o senhor ressuscite minha amiga. Sei que possui esse poder. Já
ouvi histórias suas. Por favor, preciso que ajude minha amiga! Era nossa
primeira missão. Ela machucou o pé, desmaiou de dor e Ladydevimon, a vadia que derrotamos,
a jogou do céu. Asuna despencou de cabeça no chão! – sua voz saia abafada
enquanto segurava seu choro.
Yggdrasil: Por que eu
iria salvar Asuna? Vocês dois acham mesmo que são merecedores desse milagre? Covardes
não merecem ser salvação. Nosso mundo é feito para os valentes, e disso vocês
nada têm. Asuna não deveria nem ter se formado na Academia. Não era digna de um
Digimon. E você... ainda é medroso e fraco. Tem MUITO que aprender. Em sua
primeira missão, você perdeu um dos membros de seu grupo! A vontade que tenho é
de tirá-los o direito de serem domadores.
Yggdrasil
demonstra nojo de Tai estar quase aos seus pés. Sua expressão de repulsa por um
Tamer tão despreparado para uma missão tão simples.
Yggdrasil: Tai, quando
sua companheira mais precisou de ti, você falhou. Falhou com Asuna. Falhou com
seu Digimon por não acreditar no poder que ele possui. NÃO irei lhe conceder o
milagre. O corpo de Asuna fica comigo. Tamers merecem ter um enterro digno.
Mesmo que tenha sido uma péssima domadora.
Taichi
não acredita no que está acontecendo. Sua parceira realmente morreu e não pode
voltar a vida. Alphamon pega o corpo de Asuna dos braços de Taichi e coloca
dentro de uma cápsula.
Tai não
consegue aceitar a situação.
Tai: Yggdrasi...
Você é um MERDA! Como pode fazer isso com Asuna? Você tem o poder de revivê-la
e ignora. Que tipo de Deus você é? Seu BABACA inútil! – grita.
Yggdrasil: Alphamon,
esse pirralho ousou me desrespeitar. Você tem total liberdade para fazer o que
quiser com ele. – diz em um tom macabro
Alphamon: Sim,
mestre.
O
guardião fica em posição de ataque contra Tai. O garoto começa a correr
desesperadamente na direção oposta a Alphamon.
Tai já
está longe o bastante de Yggdrasil e do ofensivo Alphamon.
Yggdrasil: Pode parar,
Alphamon. Muito bem. Só me provou o que eu já suspeitava. Posso sentir o medo
dele. Isso o atrapalha. Ainda precisa evoluir.
Até que
vem uma grande ideia a Yggdrasil. DigiChampions está se aproximando. O maior
evento dos Tamers do mundo, no qual os melhores Domadores duelam entre si e o
grande vencedor leva uma fortuna e fica mundialmente conhecido.
Yggdrasil: Faça-o
parar.
Alphamon: DOMADOR!
– solta um berro forte e grave.
Tai para
de correr com Agumon e vira-se, ofegante, para o Deus.
Alphamon: Aproxime-se.
– a calma parecia ter tomado conta do guerreiro.
Tai chega
perto intimidado com a presença dos dois Digimons. Yggdrasil faz uma grande
proposta a Tai: se ele entrar na disputa e terminar em uma boa posição, sua
decisão de não reviver Asuna poderia ser repensada.
Tai: Claro que
aceito! Farei de tudo para terminar esse campeonato na melhor posição possível!
- diz totalmente emocionado pela segunda chance que lhe foi
concedida.
Yggdrasil: Eu sou um bom Deus, por isso vou presentear sua
pequena irmã Hikari. Darei algo que ela merece. Hoje acontecerá algo com sua
irmãzinha que nunca mais irá esquecer.
Tai: O quê vai fazer com Kari?!
Yggdrasil: Não se preocupe. Nada demais.
Tai pensa
que Yggdrasil irá fazer algo de ruim com sua irmã. Ele sai correndo, atravessa
todo o santuário e alcança seu carro, porém está muito longe de casa, a viagem
dura no mínimo 2 horas. Tai fala com todos do seu grupo para entrar
imediatamente no carro sem dar muitas explicações. Ele liga o carro e pisa
fundo no acelerador.
na casa de Kari
É uma
noite fria. A temperatura é 17 graus. Inverno. Os pais de Kari e Tai estão
dormindo.
Kari: Gatinho, aonde você vai? É muito tarde. Você tem que
ficar aqui dentro.
Kari está na
varanda e coloca seu felino para dentro de casa.
Algo
preto com chapéu e capa voa em direção da menina. Kari dá um passo atrás com
medo.
Kari: Quem é
você? Você está flutuando.
Tailmon dá uma cambalhota e adentra na varanda de
Kari. Aquela criatura que estava voando é Wizardmon. Ele entrega um Digivice na
mão de Tailmon. Kari observa o Digimon felino bípede estender sua pata
segurando o dispositivo. Seus olhos grandes a encaram. Relutante, Kari estende
a mão e o Digivice começa a bilhar quando passa para sua mão.
Tailmon: Wizardmon,
essa é a criança?
Wizardmon: Sim. É ela!
Tailmon: Quem é
o Digimon dela?
Wizardmon: Pense bem.
Você estava esperando alguém.
Tailmon: Sim, eu estava. Desde o começo, eu estava
esperando alguém e eu esperei todos os os dias, mas não apareceu ninguém. Então
eu cresci e deixei de ser Salamon. Eu decidi sair, mas não encontrei ninguém,
não achei ninguém.
Wizarmon: A partir de
agora, Kari, Tailmon será sua parceira Digimon.
Kari: Sério!
Pensei que nunca receberia um Digimon.
Wizardmon dá para Hikari um contrato, ela
lê e assina. Agora Tailmon e Hikari serão parceiras por toda a vida!
no carro de tai
Eles
estão numa estrada deserta, apenas seguem em frente. O caminho ainda é longo. O
carro não é lá essas coisas, mas quebra um galho. Todos estão com frio, por
estar numa área desértica, o frio é mais intenso. O clima é pesado e os Tamers
estão de cabeça quente, pensando no que pode vir a acontecer.
Okazaki
está no volante.
Okazaki : Então, Tai, conta o que houve na sua
conversa com Yggdrasil. Sei que está nervoso, mas precisamos saber o que está
acontecendo, cara!
Tai: No início, Alphamon não me deixou entrar,
porém outro cavaleiro real disse algo com ele para que permitisse nossa
entrada. Expliquei toda a situação que levou a morte de nossa amiga, mas
Yggdrasil me detonou, disse que não era digno de tal milagre, blá blá blá, e me
propôs um desafio. Disse que se eu conseguir uma boa colocação na Digichampions,
ele poderia reviver Asuna.
Okazaki: Bom, já é um começo. Agora você terá que
treinar o Agumon arduamente para que dê tudo certo. Recomendo ir buscar com
Gennai novas missões. Seu Digimon ainda é muito fraco comparado aos dos outros
competidores.
Tai: Cara, eu sei que ele me deu essa oportunidade,
mas o que para ele é uma boa posição? Ele não me disse isso. Por que não revive
logo Asuna? Que tipo de Deus é esse? Sei que o que vou falar a vocês pode chocá-los,
mas, para mim, Yggdrasil não é Deus de porcaria nenhuma. É apenas um Digimon
muito forte, que é muito inteligente e domina nosso mundo.
Agumon: Taichi, não se precipite. Se você for contra
as regras de Yggdrasil, estará assinando o atestado de óbito. Ele é um ditador,
mas todos o amam. Não temos como fazer uma revolução – ao final solta uma
leva risada.
Matt: Sei que está chateado com tudo. Também errei,
não deveria ter ficado explosivo, mas espero que entendam meu lado. Vamos fazer
mais missões juntos. Quero que treine o Agumon para que Yggdrasil reviva Asuna.
Okazaki: Quero
acrescentar que não adianta também a pessoa sempre acreditar que precisamos fazer
tudo sozinhos. Às vezes o que nos falta é um empurrãozinho daquele amigo. E
quando estiver pra baixo, desanimado, sem coragem ou forças pra tomar uma
atitude, tente mudar algo. Nem sempre pensar positivo e saber que VOCÊ tem que ser
forte e confiar em si mesmo são a resposta. Nesses momentos experimente fazer
uma mudança. Não importa o que seja, desde que você se sinta bem fazendo
aquilo, a mudança traz novos ares.
Tai: Muito obrigado pelo apoio. O que mais quero nesse momento é chegar em casa e ver que "presente" Yggdrasil nos deu.
Okazaki: Um sorriso é a maneira mais
fácil de sair de uma situação difícil.
Depois de um longo tempo na estrada, o grupo finalmente chega à cidade
de Odaiba. Tk olha pela janela do carro e vê a cidade totalmente vazia. O
relógio marca exatamente 1h02 da madrugada e todos os moradores já estão em suas
respectivas casas dormindo. Amanhã é domingo, e a grande maioria da população
está de folga curtindo o dia dos Pais.
Tai: Pessoal,
vocês irão comigo até em casa, certo? Quero que estejam comigo se algo
acontecer.
Todos concordam mexendo a cabeça
positivamente.
Depois da longa viagem, finalmente os Tamers chegam ao prédio onde Tai
mora. Todos sobem no elevador.
Tai: Tomara que
minha irmã esteja bem, pois se Yggdrasil tiver feito algo com ela..
Taichi e
amigos saem do elevador quando chegar ao andar certo. Correm em direção a porta
da casa de Kari, porém a porta se abre "sozinha" antes de que todos
tenham ao menos encostado nela. Quem sai dali é Hikari, com Tailmon no colo.
Kari: Isso são horas para chegar em casa, garotos?
Tai: Oi? Que Digimon é essa em seu colo, Hikari?
Kari: Essa é Tailmon, uma gatinha muito legal. Ela veio hoje de madrugada aqui em casa com Wizardmon. Assinei um contrato e agora ela é minha Digimon!
Tai: Oi? Que Digimon é essa em seu colo, Hikari?
Kari: Essa é Tailmon, uma gatinha muito legal. Ela veio hoje de madrugada aqui em casa com Wizardmon. Assinei um contrato e agora ela é minha Digimon!
Tai: UFA!
Kari: Por quê?
Tai: Deixa pra lá é uma longa história. Pessoal, vamos aproveitar que estamos todos juntos para ir vamos até o Gennai entregar a espada lendária e falar sobre Asuna.
Todos: ESSA HORA??!!!
Tai: Sim ué! Gennai é uma divindade Digital. Ele não dorme, não come, e não faz muitas outras coisas também.
Todos então descem no elevador e entram no carro. Desta vez quem dirige é Matt. Eles vão até a academia falar com Gennai.
Okazaki: Bom, deixa que eu explico para o Gennai a situação.
Tai: Não, eu falo.
Kari: Por quê?
Tai: Deixa pra lá é uma longa história. Pessoal, vamos aproveitar que estamos todos juntos para ir vamos até o Gennai entregar a espada lendária e falar sobre Asuna.
Todos: ESSA HORA??!!!
Tai: Sim ué! Gennai é uma divindade Digital. Ele não dorme, não come, e não faz muitas outras coisas também.
Todos então descem no elevador e entram no carro. Desta vez quem dirige é Matt. Eles vão até a academia falar com Gennai.
Okazaki: Bom, deixa que eu explico para o Gennai a situação.
Tai: Não, eu falo.
Todos
ficam surpresos por Tai ter a coragem de dizer os acontecimentos da primeira
missão. Eles vão até a sala de Gennai, entregam a Espada lendária e contam toda
a história, do início ao fim, sem esconder absolutamente NADA.
Gennai: Estou surpreso com isso tudo meninos. Bom, irei te ajudar Taichi. Darei sequência as suas missões de treinamento, mas seja sábio, se Yggdrasil te pediu uma boa colocação, saiba que é realmente uma BOA colocação.
Tai: Sim, estou ciente disso, mestre. Darei o meu melhor.
Todos saem da academia. São exatamente 3h20 da madrugada. O tempo está bastante frio e, ao que parece, mais tarde irá nevar. Pouquíssimos lugares estão abertos. Tai tem a ideia de ir num barzinho perto de casa, beber um pouco e descontrair.
Tai: Topam?
Tk: Mas eu só tenho 15 anos. Não posso beber ainda!
Tai: No bar não tem apenas bebidas alcoólicas. Vamos, eu te pago uma Coca Cola!
Matt: Taichi, estou exausto tenho que ir dormir. Amanhã ... quer dizer hoje, né? É o dia dos pais. Vamos, Tk. Vou pedir um Uber.
Tk: Foi mal, Tai, mas tenho que ir mesmo.
Okazaki: Vou te acompanhar, Tai. Já sabe para qual vamos?
Tai: Tem um na esquina. Vamos beber um pouquinho.
Matt pede um Uber pelo smartphone que puxou do bolso. Tai e Okazaki esperam até a chegada dele.
Tk e Matt: Tchau, Tai e Okazaki!!
Taichi e Okazaki vão até o bar. No caminho, Tai tem a sensação que está sendo observado, mas acha que isso é algo de sua imaginação. Eles sentam em uma mesa bem no meio do lugar e pedem duas doses de Whisky. Mais duas. Mais duas. Mais duas... Acabam bebendo demais. Suas cabeças estão rodando. Tai e Okazaki estão totalmente embriagados. Mesmo assim eles pegam a carteira e pagam a conta ao balconista.
Gennai: Estou surpreso com isso tudo meninos. Bom, irei te ajudar Taichi. Darei sequência as suas missões de treinamento, mas seja sábio, se Yggdrasil te pediu uma boa colocação, saiba que é realmente uma BOA colocação.
Tai: Sim, estou ciente disso, mestre. Darei o meu melhor.
Todos saem da academia. São exatamente 3h20 da madrugada. O tempo está bastante frio e, ao que parece, mais tarde irá nevar. Pouquíssimos lugares estão abertos. Tai tem a ideia de ir num barzinho perto de casa, beber um pouco e descontrair.
Tai: Topam?
Tk: Mas eu só tenho 15 anos. Não posso beber ainda!
Tai: No bar não tem apenas bebidas alcoólicas. Vamos, eu te pago uma Coca Cola!
Matt: Taichi, estou exausto tenho que ir dormir. Amanhã ... quer dizer hoje, né? É o dia dos pais. Vamos, Tk. Vou pedir um Uber.
Tk: Foi mal, Tai, mas tenho que ir mesmo.
Okazaki: Vou te acompanhar, Tai. Já sabe para qual vamos?
Tai: Tem um na esquina. Vamos beber um pouquinho.
Matt pede um Uber pelo smartphone que puxou do bolso. Tai e Okazaki esperam até a chegada dele.
Tk e Matt: Tchau, Tai e Okazaki!!
Taichi e Okazaki vão até o bar. No caminho, Tai tem a sensação que está sendo observado, mas acha que isso é algo de sua imaginação. Eles sentam em uma mesa bem no meio do lugar e pedem duas doses de Whisky. Mais duas. Mais duas. Mais duas... Acabam bebendo demais. Suas cabeças estão rodando. Tai e Okazaki estão totalmente embriagados. Mesmo assim eles pegam a carteira e pagam a conta ao balconista.
Seus olhos começam a fechar, Agumon e Veemom, decidem ir para suas casas, até que Taichi cai no chão e, em seguida, Okazaki.
AO AMANHECER
Tai acorda. Seu corpo todo dolorido. Tudo está rodando, sua boca está seca. Não tem sequer alguém ao seu lado. Ele olha a sua volta e percebe o bar está fechado e que Okazaki está caído em um ponto de ônibus. Em seu relógio já são 3h da tarde. Ele se lembra de que hoje é dia dos pais e não comprou nenhum presente para o coroa.
Tai: Meu deus! O que estou fazendo com minha vida, senhor?!
Okazaki acorda. Ele está em condições um pouco melhores que Tai. Dormiu muito pelo cansaço de pegar a estrada grande parte da noite e não por dormir enquanto todos davam um cochilo.
Okazaki: Ei, Tai! Bebemos muito, cara. Que merda, heim?
Okazaki
acha graça da situação.
Tai: Cara, meu pai deve estar decepcionado comigo.
Ainda não apareci em casa, estou de ressaca e não comprei presente algum pra
ele.
Okazaki: Bom, não posso te dar conselhos, pois não
tenho pais. Moro sozinho faz certo tempo.
na casa de Tai
Kari: Agumon, já está muito tarde. Cadê o meu irmão?
Agumon: err ... ele foi ... err ... em um compromisso. Já já ele tá de volta.
na casa de Tai
Kari: Agumon, já está muito tarde. Cadê o meu irmão?
Agumon: err ... ele foi ... err ... em um compromisso. Já já ele tá de volta.
Susumu,
pai de Kari e Tai, está junto com Agumon andando pela sala.
Susumu: Onde
está esse moleque?! Estou preocupado.
A porta se abre todos olham. Tai chega com os olhos quase fechados, meio corcunda e com aparência de sujo e cansado.
Sussumo: MAS O QUE SIGNIFICA ISSO TAICHI KAMIYA?!!!
A porta se abre todos olham. Tai chega com os olhos quase fechados, meio corcunda e com aparência de sujo e cansado.
Sussumo: MAS O QUE SIGNIFICA ISSO TAICHI KAMIYA?!!!
Tai: Pai, já sou um homem, um tamer, ganho meu próprio dinheiro, ajudo a pagar as contas em casa. Cheguei de uma missão cansativa e fui em um bar com um amigo beber. Qual o problema?
Sussumo: ENQUANTO VOCÊ VIVER NO MEU TETO, TERÁ QUE OBEDECER MINHAS ORDENS, NÃO QUERO VOCÊ BEBENDO POR AI, MOLEQUE !!
Tai: Tá. Depois vou procurar uma casa para alugar. Não ganho muito sendo Tamer, mas dá para sobreviver.
Sussumo olha fixamente para Taichi e pensa que falou algo que não deveria. Sentiu certo arrependimento.
Kari: Maninho...
Agumon: Calma, Sussumu. Não precisa gritar!
Sussumu: Maldito dia que esse Koromon chegou aqui em casa. Digimons são inúteis!
Agumon fica chateado com a fala de Sussumu, mas não responde para evitar confusão.
Taichi vai dormir. Ele acorda no dia seguinte, levanta, se arruma e vai até a academia buscar o dinheiro de recompensa da primeira missão.
Gennai: Bom, aqui está seu pagamento Tai. R$350.
Tai: O QUE??!! 350 reais?! Quem que escolhe a quantia das recompensas?
Gennai: Quem dá o dinheiro é Yggdrasil. De acordo com o Rank, você é Rank 10, ou seja, o pior da tabela.
Tai: Perai, perai. Quer dizer então que então se um Tamer rank 1 participar de uma missão com um rank 10, o Rank 1 ganha R$190.000 e o rank 10 ganha R$ 350, segundo essa tabela?!
Gennai: Exato! Se esforce para que um dia chegue lá.
Tai: Isso é muito injusto, pois quase não existe Tamers rank 1 e 2. Desse jeito eu teria que fazer muitas missões por mês para pagar minhas contas e conseguir viver. Yggdrasil é um Deus injusto!
Gennai: Não se deve reclamar das decisões de Yggdrasil. Ele entende de tudo. Se esforce e suba de rank. Fácil.
Taichi vai embora da academia puto da vida. Ele liga para Okazaki e pergunta quanto ele ganhou. Ele responde que ganhou R$ 550.
Tai: Nossa cara. Isso é um absurdo. A cada dia minha tese fica mais forte: Yggdrasil não é um Deus é um Ditador. Ele domina o mundo, mas não é justo.
Tai sai da academia e vê algo gigantesco no céu vindo em sua direção. Um Digimon branco com uma capa vermelha. Ele chega ao chão causando grande impacto. Taichi e Agumon acabam se desequilibrando e caem.
Digimon: Com que moral você fala de Yggdrasil, moleque?
Tai está
caído no chão e agora está intimidado pelo figura misteriosa que o encara
fixamente.
Tai: Quem é
você?
Jesmon: Eu sou Jesmom.
Jesmon: Eu sou Jesmom.
















0 comentários:
Postar um comentário